
Vejo agora que sou só pulsação,
sinto o meu copor todo trêmulo pelo chão,
e a vida que ainda não vai bem,
por que não é o que eu quero, hein?
Do que estou em busca?
Aaaah, na verdade lá no fundo eu o sei!
São tantas coisas, e há tão pouco tempo pra fazê-las,
Ouço o som da minha própria voz (me dizendo)
que estou em busca das estrelas de grou,
a procura do silêncio, da vida no deserto, da paz na multidão.
Em busca daquilo que eterniza os mais belos sentimentos.
Eu quero ter de volta a poesia,
a antiga calma do meu dia-a-dia,
o poder ver belas paisagens,
o que eu podia quando dono da mais tenra idade.
Quero de volta os meus ideais,
que me roubaram enquanto eu nem olhava para trás...
Fortaleza-ce, 06 de Novembro de 2010.
F.C.F.J.
Nenhum comentário:
Postar um comentário